quinta-feira, 31 de maio de 2018

A DROGA DA OBEDIÊNCIA E OS "KARAS" DA PROFª MAICIRA BATISTA


Saboreando a leitura

Você já leu " A Droga da Obediência" de Pedro Bandeira, da coleção "Os Karas", voltado para o público adolescente?

É o primeiro livro da série de personagens "Os Karas": um grupo de adolescentes que proporciona toda a aventura.

O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel, acaba se envolvendo em um perigoso enredo com uma droga maléfica que faz com que, qualquer um que a experimente, fique sem vontade própria.

Lute junto com Miguel, o líder; Calu, o ator; Crânio, o cérebro do grupo; Magri, atleta e única garota da turma; Chumbinho, o novato ( que entrou no grupo após ter descoberto o esconderijo secreto); contra o doutor Q.I, o grande vilão da trama, que deseja dominar a humanidade. É contra esse poder que os Karas lutam.

Ajude-os a descobrir a causa do desaparecimento de estudantes que ocorre em vários colégios de São Paulo.
Esse livro é ótimo para leitores jovens, mas se você é adulto, também gostará da história repleta de mistério e suspense.
Aceitem o convite, venham saborear essa leitura...


Profª Maicira Batista



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sexta-feira, 30 de março de 2018

O ESCARAVELHO DA PROFª MAICIRA


Nesta semana de Páscoa, tivemos um trabalho bastante interessante desenvolvido na nossa escola, sobre o livro de Lucia Machado de Almeida, "O Escaravelho do Diabo"!
Os alunos do 7º Ano A leram o livro e realizaram uma atividade de recriação e interpretação da obra, o que resultou em trabalhos bastante interessantes expostos no nosso Mural.

Para quem não conhece a obra, O Escaravelho do Diabo é um clássico da antiga Coleção Vagalume, que fez muito sucesso na década de 1980, e que voltou a fazer sucesso por conta do lançamento do filme de mesmo nome, realizado recentemente pelo diretor Carlos Milani.
A obra é interessantíssima, com um final surpreendente, e cujo enredo envolve ruivos, escaravelhos, detetives mirins e questões humanas e familiares mais que atuais. A obra de Lucia Machado de Almeida coloca um adolescente como detetive, e isso bem antes de obras como Detetives do Prédio Azul, indo na esteira de outro autor clássico nacional, o Marcos Rey, que tinha como protagonistas jovens na idade escolar de muitos de nossos alunos.
Parabéns, Profª Maicira, e parabéns alunos do 7º Ano A, pelo trabalho excepcional e visualmente muito bonito!

 
Confiram abaixo:
https://www.facebook.com/maicira.batista/posts/998218767013870

domingo, 12 de fevereiro de 2017

A Bela e a Fera ou a bondade como arma

Vamos falar de um conto clássico: A Bela e a Fera, e de como a bondade é uma arma poderosíssima.
Todos que trabalham com Educação ou são estudantes, devem ler o livro publicado pela Editora Zahar no final de 2016! Contendo duas versões da mesma estória, em perfeitas traduções de André Telles e com uma apresentação de fazer a pessoa babar, "A Bela e a Fera", em edição bolso luxo, traz reflexão e força para o nosso dia a dia letivo.
A versão clássica, escrita por Madame de Beaumont em 1756, traz o texto mais adaptado para as telas de cinema e outras mídias. Já a versão original, escrita por Madame de Villeneuve em 1740, deixa a pessoa de queixo caído com as reviravoltas no enredo e a riqueza de detalhes e encantamentos.
Todos nós conhecemos a estória da Bela e da Fera, onde o amor tem poder curativo. O que o texto nos faz refletir é sobre a base deste sentimento tão fundamental em nossas vidas! Além de uma rica literatura, com personagens fascinantes, o conto nos faz questionar: o que sustentaria e embasaria um afeto genuíno e verdadeiro? O que alimenta o amor e o torna profundo e duradouro? O que nos permite jamais nos separarmos da pessoa amada, apesar de todas as reviravoltas que a vida nos traz? O que nos torna adoráveis e admiráveis aos olhos do nosso amor? O que é a base do amor verdadeiro e eterno? 
Enfim, o que nos faz felizes no amor?
A grande resposta está na bondade. A beleza da Bela sustentaria o amor? Não, por ser passageira, ou fútil demais para embasar um sentimento tão profundo. E a inteligência da Fera, seria suficiente para manter a chama do afeto genuíno? Talvez, não fosse a resposta estar na bondade profunda presente no coração da Bela e da Fera, pessoas boas cuja inocência consegue driblar os percalços da vida, a inveja, a maldade, as mesquinharias. É a bondade como arma na preservação deste sentimento fundamental em nossas vidas. O amor, por nos fazer eternos, é o maior dos sentimentos. E a Bela e a Fera nos mostram que a bondade é o esteio do amor.
Podemos ampliar isso, dizendo que a bondade nos dá uma força que tirano nenhum consegue tirar! Esta aí a beleza da vida. Base do amor profundo e verdadeiro, e de sentimentos que hoje devem ser revalidados, como a lealdade e a solidariedade, a bondade é a grande arma da Bela e da Fera.
A apresentação do livro, assinada por Rodrigo Lacerda, é um obra-prima à parte, e contém uma interpretação muito mais rica da bondade e do texto. Recomendo a leitura do conto primeiro, nas duas versões, a fim de saborear melhor texto tão gostoso e rico. E depois pese suas conclusões lendo a apresentação do livro.
Leiam! Livro perfeito em edição caprichosa, editado primorosamente pela cuidadosa editora Zahar. Um mimo pro coração!

Prô Adriana de Godoy

sábado, 1 de outubro de 2016

LIGA DA SOLIDARIEDADE - ALUNOS-HERÓIS!

Sonhar não é coisa de herói. Mas aqueles que sonham alto e seguem adiante, se enchem de um heroísmo muito raro e nem percebem. Esta é a delícia de viver. Com o heroísmo diário de todos nós, e particularmente dos nossos alunos do Grêmio Estudantil e da ONG Liga da Solidariedade, vivenciamos uma realidade cheia de amorosidade.

O sonho que nunca me tiram é o de ver meus alunos valorizando uma atitude de apoio e carinho, uma aula que mudou alguma coisa, um gesto e uma palavra que salvou o dia. Este sonho é aninhado e realizado diariamente com nossos pequenos heróis.

Isto é a pedagogia, esse amor profundo que nunca perde o brilho do olhar, que enche o coração e faz a vida ser muito mais interessante.

Muitas vezes o professor está cansado, se desmotiva, porque é uma ruína de contradições em cima da profissão, de negatividades, de desânimo. Mas o laço que existe entre o professor e o aluno ninguém tira, ninguém consegue desfazer, pelo contrário, com um gesto, uma palavra, um sorriso, uma atitude mais calma, o professor faz toda a diferença, se alicerça no auge de sua doação como professor e ser humano. Porque ser professor não é somente lecionar, não é preparar a aula, não é sair de casa com o coração cheio de esperança, é muito mais que isso, é transformar, é dar asas aos sonhos, é acreditar que o aluno pode e vai conseguir, apesar da violência que ele vivencia fora da escola, apesar do pai que bate na mãe, que faz o aluno chorar no dia dos pais, apesar da falta de alimento que muitas vezes faz o aluno chegar com fome e passar mal na aula antes do intervalo. É o gesto de atenção e de afeto que faz o professor ver que muitas vezes o aluno só ganhou aquela atenção naquele dia, só ganhou aquela preocupação, só teve aquele olhar de consideração naquela semana.

Fico impressionada com o heroísmo dos alunos pra resistir em algumas histórias arrepiantes. Criança não deveria saber o que é dor. Mas com a dor a gente amadurece. Ao professor cabe ser um mestre na arte de amparar e acolher.

E então vem um Grêmio Estudantil que participa, que entende a escola, e vem uma ONG que ajuda com projetos de solidariedade maravilhosos, e tudo isso faz a gente respirar muito mais feliz.

O meu sonho é realizado todo dia útil: é o sonho de nunca perder essa fé, essa crença no outro, essa esperança de encontrá-lo e ele ter uma boa história para me contar, como eu tive  com ele.

Ninguém tira meu sonho, ele é sonhado e vivido e compartilhado diariamente. Os dias em que eu sonho não são feriados, nem fins de semana, nem estão nas férias. Meu sonho é dia útil, é feito nas aulas, é composto em horário de serviço. Porque só assim eu compreendo que, enxergando meu aluno, enxerguei cada vez mais a mim mesma e me compreendi. E a vida fica muito mais gostosa.

Homenageio aqui a ONG Liga da Solidariedade e o Grêmio Estudantil, aproveitando para referendar o pedido deles de doações de alimentos para apoiá-los neste trabalho de levar para outros o consolo que demos à eles, neste ato heroico de sair dos muros da escola com o carinho que demos, pra levar este carinho a outros.

Agradeço ao Prof. Diego e à Mediação Escolar, que têm se empenhado particularmente nesta causa, com as lindas mediadoras-parceiras Fabiana Cristina Mendes e Paula Xavier. É uma delícia ver como o Grêmio Estudantil e a Liga da Solidariedade atuam de forma solidária e participativa, em harmonia com a Mediação. 

Obrigada também às PCs Maicira Batista e Luciana Diniz, pela divulgação e apoio, e pelas boas risadas. Sãos PCs muito lindas. 

E muito obrigada à Direção da Escola, à Diretora, Eliete Luciano Galvão, e às Vices-Diretoras Miriam Cecilia Araujo e Aceneide Lima (e atualmente à Prof. Roberta Gracio, uma professora que sempre foi um exemplo pra nós). 
A Direção da nossa escola é a que integra e faz os sonhos se tornarem realidade. Se escolhemos um bom caminho, ele foi trilhado e aberto por estas grandes mulheres. Nunca pensei viver essa realidade com tanta intensidade e alegria. Sem esta Direção eficaz e competente, nada disso seria viável. Nem as risadas seriam tão boas e produtivas e nem a nossa fé estaria tão recompensada. Obrigada de todo o coração.

Prô Adriana

domingo, 18 de setembro de 2016

Releitura de Iracema

O texto abaixo foi escrito pelos alunos Flavio Moraes, Guilherme Faria, Victor Kuwahara, Gabriel Barros e Thalita Santos, do 2º E, na aula da Profª Jéssica Barbosa.

É uma releitura do clássico Iracema, de José de Alencar, e tem como eixo provocar a dúvida, tão querida na nossa literatura depois de Capitu (da obra de Machado de Assis, "Dom Casmurro").

Será que as redes sociais aproximam ou afastam as pessoas? Será que a moça gostou ou não gostou do nosso protagonista, Martin?
Vamos conferir:

"Era uma vez uma jovem chamada Iracema, que acreditava que o amor era uma perda de tempo, pois nunca tinha sido amada por ninguém, por ser uma menina muito feia e tímida - e por isso não chamava a atenção. Até que um dia, em uma viagem para o Canadá, Iracema conhece um rapaz chamado Martin, que também era uma pessoa feia e muito tímida. Ela sentou na mesma poltrona que ele, e foram conversando até o final da viagem. Antes de ir embora, Martin pediu o número do celular de Iracema, para que um dia pudessem marcar um encontro.

Ao chegar em casa, Martin tenta ligar para Iracema, mas descobre que o número que ela tinha passado estava errado; desesperado, ao pensar que nunca mais veria Iracema, Martin tentou de todas as formas encontrá-la: pelas redes sociais, contatos, etc...mas nunca mais conseguiu ver ou falar com Iracema. Enquanto isso, Iracema, ansiosa, esperava a ligação de Martin, na expectativa de vê-lo novamente, o homem pelo qual se apaixonou perdidamente"....

Ui. Assim como no clássico de José de Alencar, o final não é dos mais felizes...será uma sina do Romantismo da nossa Literatura?

Obrigada, Profª Jéssica Barbosa, pelo trabalho com os alunos, e obrigada, alunos, pelo texto inserido nas nossas melhores tradições literárias.

Prô Adriana

domingo, 31 de julho de 2016

VOLTA ÀS AULAS OU O RETORNO DA ALEGRIA SEJAM-BEM VINDOS, PASTANINHAS!

"Escolha um trabalho que ame
e não trabalhará um único dia"
"Estudo sem pensamento é trabalho perdido
Pensamento sem estudo é perigoso."
Confúcio
"Ponha fé, ponha esperança, ponha amor..."
Papa Francisco

Amanhã é o retorno às aulas e que ele seja fonte de alegria, dessa alegria que nasce do coração e deixa a gente sem medo e com o sorriso da felicidade no rosto.

Que seja o retorno às aulas dos que confiam em si mesmos e nos professores, dos que confiam no poder do seu estudo e na capacidade que o conhecimento traz, e dos que acreditam que viver é ter fé e coragem e vamos que vamos, sem tristeza, que tristeza é coisa com a qual não temos tempo a perder.

Que seja o retorno igual à quando renascemos e vimos que a vida nos surpreendeu trazendo tanta coisa boa...

Tem coisa tão boa que acontece com a gente, que a gente se pega pensando: por que não acreditei com mais fé... e sorri confiante.

Que amanhã seja o retorno do calor que existe no coração de cada um de nós, calor que vira o aconchego onde a gente se aninha quando nos encontramos. Que a gente possa retornar e olhar os outros com os olhos do coração, com carinho, paciência e esperança. 

Se tem uma coisa que melhora nesse mundo, é o ser humano. Se tem uma coisa que nos surpreende fazendo coisa boa, e nos ajudando quando a gente menos espera, é o nosso semelhante.

Volta às aulas não é pesadelo, como querem alguns. Também não é fácil, como poderia ser, mas temos uma história de colonização que não é moleza, não. Então temos esta realidade de voltar às aulas e temos com isso uma coisa que ninguém nos tira: o nosso sorriso de gente que sabe que, apesar de tudo, está firme, de pé, e com a felicidade no coração. Que não tem sofrimento, não tem dor, não tem corrente, que perturba um coração sereno e feliz.

Sejam bem-vindos, que sem vocês não tem graça, não tem risada, não tem crescimento, não tem pedagogia, não tem nada. A pedagogia precisa do ser humano. Que somos nós.

Nunca terei todo o verbo necessário para agradecer à todos, e também à equipe gestora, que neste semestre faz um ano que nos acompanha, e que adoravelmente acredita na capacidade de todos nós. Descobri novos amigos e amigos novos em outros que já estavam. Muito, muito obrigado pela confiança em nós: se tem uma coisa que sempre me surpreende é a diferença que faz uma palavra boa, um elogio, uma esperança na gente e, puxa vida, como isso faz bem. Não encontrar uma palavra dura, não sair machucado, não ter um dia cansativo e depois ainda só sobrar o choro: que diferença ganhar um sorriso e um apoio. Porque professor é antes de tudo aluno: e um coração generoso é uma coisa que ensina ao professor a nunca perder a fé no ensinamento.

Muito obrigado por vocês existirem. 

Sintam-se todos, sem exceção (até o cãozinho do noturno, Tigrinho) abraçados e acolhidos e bem recebidos na nossa escola, que tanto nos faz bem e pela qual tanto fizemos e faremos, de sempre para sempre.


(Em breve, posts sobre o trabalho de alguns professores, e resenhas, que este blog esteve de férias mas retorna com toda alegria. Beijo no coração!).

Prô Adriana





sábado, 11 de junho de 2016

AH, O AMOR...ESSE VELHO CONHECIDO...

Amor puro, amor total, amor que derruba e depois reergue, amor que deixa o sorriso no rosto, que faz do coração um suspiro. 
Amor de namorado? Também. Mas amor é mais que isso, não tem definição, não precisa ser verbalizado, carece de poesia, dispensa postagens, fica aquecendo o peito e garantindo felicidade duradoura.
Não precisa de palavras. Dispensa a expressão máxima da linguagem humana: a palavra. Se no princípio do mundo era o Verbo, o Amor se antecedeu. 
Já dizia Nelson Rodrigues: "Pouco amor não é amor!"
Verdade absoluta. Ou se ama, ou não é amor.
Porque o amor surpreende, e quando a gente pensa que aprendeu tudo sobre ele, ei-lo que surge em nossa porta e estampa em nós o sorriso mais delicioso do mundo. 
Porque ao amarmos e sermos amados, estabelecemos um caminho de luz chamado compreensão, carinho e felicidade verdadeira.
E por vermos que o Amor também pode ser compreendido na sala de aula e no dia a dia de uma escola, aprendemos que o Amor tem uma longa história, mas que se define mais claramente pra nós a partir da obra de um poeta inglês do Renascimento, chamado William Shakespeare.
"Romeu e Julieta" é a máxima expressão do amor, porque verbaliza o que não pode ser verbalizado, com um texto genial e inigualável.
E, neste último bimestre, ao discutir com meus alunos sobre o amor a partir do Renascimento, vivenciamos a atualidade de Shakespeare: ainda se ama pensando na eternidade, o amor é sinônimo de felicidade, ainda sofremos de ciúmes ou falta de amor ( a "sofrência", como dizem os alunos), e ainda suspiramos e nos renovamos em cada gesto de amor.
Não é somente Shakespeare que continua atual, mais de 4 séculos depois: é o Amor que segue como a base da nossa existência.
Para os apaixonados pela vida, para os que amam, dedico este post. E para os que também amam, além de tudo, seu trabalho, sua escola e seus alunos, e veem o aprendizado como uma expressão de amor, fica aqui também minha homenagem.
Porque amar vai além de ter um dia. Amar pede cada segundinho nosso, e que delícia é isso, e nos deixa com um calor no coração e a certeza de que somos eternos. Amar está muito além de qualquer calendário. 
Shakespeare nos ensinou isso, e nos fez amar como nunca antes. Porque ele verbalizou aquilo que já sentíamos.
Só quem ama sabe da sua eternidade. Sabe que é eterno. Quem nunca percebeu que sua existência está além do nascimento e da morte, nunca amou. O Amor nos faz ver como somos grandes e duradouros. O Amor nos dá coragem, porque em nossos corações encontramos a mais pura verdade, que é esta: a vida, minha gente, nunca morre, ela segue. E o Amor nos dá a compreensão da eternidade. Quem conhece o Amor sabe que nem a morte nos separa. 
A vida é muito amorosa. Aos que amam, deixo aqui o meu amor. Que todos os dias sejam dos enamorados, mesmo que os namorados só tenham o dia 12. 
Além de cobertores nestes dias congelantes, desejo a todos muito amor e carinho pra aquecermos intensamente nossa vida.
E deixo também um coração cheio de amor pros meus alunos.
Já escreveu Carlos Drummond de Andrade: "amar se aprende amando". Pois é. Chega de falar e vamos suspirar. Que o coração agradece.
Mas, me digam, pra vocês, o que é o Amor?

Prô Adriana